quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Cronicas da vida provisoria - Parte III I laghi: Martignano e Bracciano



Castel Sant'Angelo (às portas da via da conciliaçao / cidade do Vaticano)


Al lago di Bracciano



Para abrir o apetite....e continuar as comemoraçoes: nada melhor que uma segunda visita aos lagos a norte de Roma.
Domingo passado combinamos ir refrescar os ares para lados do Lago di Martignano, va tentaviva de fugir à manada, visto ser um lago consideravelmente pequeno e de acessos secundarios. Nem Pensar! Logo no fim do caminho de terra poeirenta se anuncia um parque de estacionamente semi-improvisado, explorado a 4 euros o carro. Aventureiros desiludidos com a extensao de metal, decidimos embrenhar-nos directamente no verde e descobrir, là embaixo, um pedaço de linha de agua mais recatado. Depois uma caminhada pò adentro por meio de um caminho apertado, sempre varrido pelo vento quente que levantava uma nuvem branca de po arido, um chega para là de quem passeia a cavalo e precisa de espaço para manobrar os possantes bichos, e la descobrimos o sendeiro descendente que rompia pelo mato encosta abaixo. Meia hora desde o carro até à agua para descobrir que todos os caminhos confluiam no mesmo local! Acabamos juntos com a maralha de gente que escapara do calor pavimentado dentro da cidade, e o melhor que se conseguiu foi uma pequena e tenue sombra por debaixo de uma timida arvorezita a uns bons 50 metros da linha de agua (sim é verdade, mais apinhado que as praias do Algarve em Agosto). Mas enfim, a agua quente-sopa (opiniao atlantica), um pouco fria (opiniao romana) chegou para finalmente resfriar...

Hoje foi a vez do enorme Lago Bracciano, mas com direito a ancoradouro privado, em casa de uns amigos.
Toda uma outra historia. Il dolce fare niente!
Ter direito reservado sobre a utilizaçao de um largo espaço que se estende desde a casa na encosta, com vista previligiada sobre a distancia, tipica casa de campo, (insectos esvoaçantes do tamhanho de bolas de bilhar incluidos, abatidos como quem distraidamente caça borboletas), à linha de àgua, em extensao horizontal, relembra-me claramente um estar primordial, um despertar dos sentidos, uma especie de celebraçao do animal natural.
E sem duvida que a agua, pelo menos nesta escala cumulada, lascada pelo vento, é o relaxante natural poe excelencia, convida simultaneamente a vigilia fisica e aquela mental.



(em continuaçao)

1 comentário:

  1. Já encontraste bom trabalho? É um feito em si! Que tudo continue a rolar da melhor maneira. Já tratei de começar a divulgar o teu mais novo blog, tanto por http:// como de boca em boca. A malta cá sente toda a tua falta.

    Grande abraço!

    ResponderEliminar